Outros!

                                  Trombone

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Trombone

Partes do trombone:
1. curva de afinação
2. bocal
3. campana
4. chave de escape de água
5. vara principal
6. segundo braço da vara
7. primeiro braço da vara
8. rosca de encaixe da vara
O trombone é um aerofone da família dos metais. É mais grave que o trompete e mais agudo que a tuba.
Há duas variedades de trombone, quanto à forma:
  • Trombone de Pisto, também chamado de Trombone de Marcha ou Trombonito: Utiliza pistos mecânicos como o trompete.
  • Trombone de Vara: Possui uma válvula móvel (vara), que, ao ser deslizada, altera o tamanho do tubo, mudando a nota. São várias as particularidades da vara:
    • Faz com que o trombone apresente todas as notas dentro da sua extensão (é comum entre os instrumentos de pisto um "buraco", isto é, notas ausentes na região grave).
    • Deixa o timbre do instrumento mais homogêneo em todos os registros, já que o ar não muda de caminho, apenas aumenta ou diminui o percurso.
    • É mais adequada para realizar efeitos como o glissando.
    • Requer um maior cuidado com a afinação.
A família do trombone apresentava originalmente os instrumentos Soprano, Contralto, Tenor, Barítono e Baixo. Com a evolução da música, alguns tipos foram sendo abandonados. O Romantismo consagrou o trombone tenor como o mais nobre da família.
Na atualidade utilizam-se muito frequentemente o trombone Tenor-Baixo, em Si bemol - Fá, e modelos dotados de válvulas mecânicas acionadas com a mão esquerda.

História

Da trompa primitiva importada do Egito à construção em cobre, em prata e, mais tarde na Idade Média, "Oricalchi" (liga especial idêntica ao latão) onde o nome dos "Oricalchis" aos instrumentos de metais e de sopros trazem às origens: o trombone de vara. A antiga trompa era de forma reta, com um bocal em sua extremidade superior enquanto que, em sua extremidade inferior se formava uma campana, representando a cabeça de um animal.
Documentações e pinturas de Peregrino, como as que se conservam no Escorial (Palácio dos Reis) em Madrid, levam a crer que um dos primeiros trombones de vara foi inventado e usado por Spartano Tyrstem no final do século XV.
Não se sabe ao certo como era chamado o trombone de vara antes do século XVI. A partir daí, o "Sacabucha" era tratado na Itália por "trombone a tiro" (trompa spezzata); na Alemanha, "Zugpousane"; na Inglaterra, “Sackbut”; e na França, "trombone à coulisse".
Até então, os instrumentos de cobre a bocal tinham sua gama de sons limitada aos sons harmônicos de um som fundamental, que dependia do comprimento total do instrumento. Por isso, a princípio, trocava-se de instrumento de acordo com a tonalidade da música a ser tocada. Posteriormente, foi desenvolvido um sistema de módulos com encaixes, que permitiam aumentar ou diminuir o tamanho do instrumento, alterando seu som fundamental.
O trombone foi o primeiro instrumento de cobre que apresentava a vara móvel. Tratava-se de uma evolução do sistema de módulos em que, em vez de encaixar e desencaixar partes, bastava correr a vara ao longo do instrumento para aumentar ou diminuir o tamanho do tubo. Dessa forma, podia-se dispor de sete sons fundamentais - obtidos a partir de sete posições da vara - além de todos os seus harmônicos, o que permitia executar no instrumento a escala cromática. Por isso, à época, foi considerado o mais perfeito instrumento de bocal.
Dos instrumentos da família do trombone, o soprano foi rapidamente abandonado porquanto não era uma trompa talhada no registro agudo, ficaram o trombone contralto em Mib, o tenor em Sib e o baixo em Fá. Há diversas composições para trombone contralto, tenor e baixo que adicionam ainda uma corneta a fim de realizar a parte do soprano. Existe uma Sonata de Giovanni Gabrieli (1597) composta para quarteto, em que uma das partes de corneta se tem substituído pelo violino.
Ao desuso do trombone soprano seguiu-se o desuso do trombone contralto, restando sobretudo o trombone tenor em sib. Pela aplicação de uma bomba mestra colocada em ação por um quarto pistom no trombone de pistom e uma válvula rotatória posta em ação pelo polegar esquerdo no trombone tenor em substituição do trombone baixo. Sabe-se que o trombone contrabaixo ou "Cimbasso" de forma igual a do trombone tenor, a uma oitava inferior deste, foi construído por Giuseppe Verdi para obter maior homogeneidade na família dos trombones.
Na segunda metade do século XVII não houve grandes avanços técnico no trombone de vara. Preocupava-se, à época, com os demais instrumentos de bocal, cuja insuficiência se manifestava cada vez mais evidente, principalmente depois do insucesso de Halernof com a aplicação da bomba coulisse primeiro ao corno e depois à trompa por volta de 1780, em busca de uma solução para dotar esses instrumentos de escala cromática.
A partir das cinco ou seis chaves, que funcionavam sobre orifícios num sistema de alavanca semelhante ao dos clarinetes e flautas do austríaco Weidinger e do inglês Halliday e, e da "encastre a risorte" aplicado à trompa pelo francês Legrain, se chegou aos pistons inventados por Bluhmel e aplicados à trompa pela primeira vez por Stölzel em 1813. Essa invenção consiste em três tubos suplementares de diferentes comprimentos comunicados com o tubo principal por meio de válvulas.
Em 1829, o fabricante vienense Riedl inventou os duplos pistons (dois pistons para cada bomba, por meio das alavancas que ficavam fixas) aplicando-lhe como pedais da harpa para trocar rapidamente de tonalidade. O novo mecanismo foi logo bem substituído pelo mesmo Riedl por cilindros ou válvulas rotatórias acionadas por através de alavancas com muito pouca diferença do mecanismo que se aplica hoje em dia. O tal mecanismo tomou o nome de instrumento à máquina.
O fabricante Adolphe Sax elevou a seis o número de pistos, chamando "sistema dos instrumentos a seis pistons independentes", a fim de obter melhor afinação, especialmente nas notas que requerem o emprego simultâneo de dois e três pistons. Mas, a inovação não teve êxito, por seu complicado mecanismo que provocara um manejo muito incômodo dos instrumentos e logo foi abandonado. Por superioridade pertence sem lugar às dúvidas, a invenção de Riedl.
Apesar de todas estas transformações e inovações, atualmente o trombone a máquina (pistons) não é um istrumento indicado para orquestras. Pode ser encontrado geralmente em fanfarras e bandas marciais.
Chegamos hoje ao atual trombone de vara tenor em sib usado em diversos países, tendo preferências nas Jazz-bands, bandas sinfônicas, orquestras de estações de rádios, orquestras de salão, orquestras sinfônicas e filarmônicas, o qual, pela exata proporção das medidas entre suas várias partes e a ótima qualidade do metal empregado em sua fabricação, permite obter afinação precisa e formosa qualidade de som, realizando assim todas as exigências da orquestração moderna. -->

Modelos

Os modelos mais utilizados hoje em dia são:
  • Trombone Tenor Bb calibre fino (.508" vara e 7-1/2" na campana), sem rotor para música popular (jazz). Também conhecido como Trombone Jazz, "Cabeça de Gato" ou "Canela-Seca".
  • Trombone Tenor Bb calibre largo (.547" vara e 8.5" na campana), com ou sem rotor em F para música erudita. Também conhecido como Trombone Tenor Sinfônico.
  • Trombone Baixo Bb Calibre largo (.562" vara e 9.5" na campana), com 2 rotores sendo um em F e o outro em Gb, e é utilizado em ambos os estilos.
Os calibres acima podem variar de acordo com o fabricante. Apesar dos três modelos acima serem em Bb, eles são bem diferentes por causa do seu calibre. O calibre muda muito o timbre do instrumento. O Trombone Baixo hoje em dia é fabricado em Bb, porém com um calibre maior que o Tenor Sinfônico, e com dois rotores que afinam em F, Gb e quando os dois acionados juntos afinam em D.
Outro fato é que apesar do trombone ser conhecido por ter a afinação em Bb, a sua escrita é realizada em C, portanto o trombone não é um instrumento transpositor, como o trompete é por exemplo.

                                   Trompete

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Um trompete
O trompete ou trombeta é um instrumento musical de sopro, um aerofone da família dos metais, caracterizada por instrumentos de boca, geralmente fabricados de metal. É também conhecido como pistão (pistom, por metonímia). Quem toca o trompete é chamado de trompetista.
O trompete é um tubo de metal, com um bocal no início e uma campana no fim. A distância percorrida pelo ar dentro do instrumento é controlada com o uso de pistos ou chaves, que controlam a distância a ser percorrida pelo ar no interior do instrumento. Além dos pistos, as notas são controladas pela pressão dos lábios do trompetista e pela velocidade com que o ar é soprado no instrumento.
O trompete é utilizado em diversos gêneros musicais, sendo muito comumente encontrado na música clássica e no jazz. Em estilos mais acelerados, como o frevo, o ska e latinos como o mambo e a salsa, bem como no maracatu rural, na zona da mata do norte de Pernambuco.

Descrição

É um instrumento musical de tubo cilíndrico em três quartos da sua extensão, tornando-se então cônico e terminando numa campana. Desde meados do século XIX (1815) o trompete está munido de três pistos, o que lhe permite produzir cromáticamente todos os sons dentro da sua extensão. Tem um bocal hemisférico ou em forma de taça.

Válvula pressionada, aumentando o comprimento do tubo
A maioria dos modelos modernos de trompete possui três válvulas de pistão, cada uma delas aumentando o comprimento do tubo, por consequencia baixando a altura da nota tocada. A primeira válvula baixa a nota em um tom (dois semitons), a segunda válvula em meio tom (um semitom) e a terceira em um tom e meio (três semitons). Usadas isoladamente e em combinação, as válvulas fazem do trompete um instrumento totalmente cromático, isto é, capaz de tocar as doze notas da escala cromática.

Mitologia

Na mitologia grega, o inventor do trompete foi Tyrsenus, filho de Héracles e uma mulher da Lídia[1]. Esta mulher da Lídia costuma ser identificada pelos analistas como Ônfale[2], rainha governante da Lídia a quem Héracles serviu como escravo[3].

História


Um trompete em C com válvulas rotativas.
Os primeiros trompetes eram feitos de um tubo de cana, bambu, madeira ou osso e até conchas, e só mais tarde se fizeram de metal. Embora os trompetes sejam instrumentos de tubo essencialmente cilíndrico, há trompetes extra-europeus (por exemplo, as do antigo Egipto) que são nitidamente cónicos. Os mais primitivos eram usados à maneira de um megafone, para fins mágicos ou rituais: cantava-se ou gritava-se para dentro do tubo para afastar os maus espíritos.
A partir da Idade do Bronze os trompetes passaram a ser usados sobretudo para fins marciais. Na Idade Média os trompetes eram sempre feitos de latão, usando-se também outros metais, marfim e cornos de animais. No entanto, tinham uma embocadura já semelhante à dos instrumentos atuais: um bocal em forma de taça. Este bocal era muitas vezes parte integrante do instrumento e não uma peça separada, como acontece atualmente.
Até fins da Renascença predomina ainda o trompete natural, ou trombeta natural (aquela que produz os harmónico naturais). As trombetas menores eram designadas por clarino. Era habitual, ao utilizar várias trombetas em conjunto, cada uma delas usar só os harmônicos de uma determinada zona. Durante o período Barroco os trompetistas passaram a se especializar em cada um destes registos, sendo inclusive remunerados em função disso. O registo clarino, extremamente difícil, era tocado apenas por virtuosos excepcionais, capazes de tocar até ao 18.º harmônico. A trombeta natural no registo de clarino tem um timbre particularmente belo, bastante diferente do timbre do trompete atual.
O desaparecimento, após a Revolução Francesa, de pequenas cortes que mantinham músicos foi uma das razões que fizeram com que os executantes de clarino desaparecessem também no fim do século XVIII. A impossibilidade de produzir mais sons para além de uma única série de harmônicos era a maior limitação dos instrumentos naturais. Já no principio do Barroco este problema começa a ser encarado seriamente, surgindo os trompetes de varas.
Existe em Berlim uma trombeta de 1615 em que o tubo do bocal pode ser puxado para fora 56cm, aumentando o comprimento do tubo o suficiente para o som baixar uma terceira. Vários instrumentos, hoje obsoletos, foram construídos como resultado de invenções e tentativas, até ao aparecimento dos pistões em 1815. Surge então uma nova era, não só para o trompete como também para outros metais. Hoje os modelos mais usados são os trompetes em Dó e Si bemol. As suas extensões, em notas reais, são no primeiro caso: #2 / 5 e em segundo caso: Mi2 / 5.
Em ambos os modelos podem-se distinguir três registos distintos:
  1. No registo grave (#2 / Si2, notas escritas) a sonoridade é sombria.
  2. O registo médio (3 / 3) é muito claro e brilhante.
  3. As notas mais agudas (Si4 1 5) são também brilhantes, mas estridentes.
Existem ainda outros tipos de trompete menos usados:
  • Mais agudos:
    • Trompete em Ré - (à 2ª M sup; sol#2 - mi5) Trompete em Mi b - (à 3º m sup; lá2 - Fá5)
    • Trompete piccolo em Sib - ( à 7ª m sup; mi3 - sol5)
  • Mais graves:
    • Trompete baixo em Mi b - (à 6ª M inf; láb 1 mib4) Trompete baixo em Dó - (à 8ª P inf; fá# 1 dó4)
    • Trompete baixo em Sib - (à 9ª M inf; mi 1 sib3)

Trompetistas célebres


Louis Armstrong, um trompetista estadunidense.

Trompetistas brasileiros





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Atleta Potiguar Reina no Tour do Brasil: "Volta de São Paulo".


Volta do Estado teve oito etapas, 140 atletas de 14 equipes brasileiras e de seis estrangeiras.



O atleta José Eriberto Medeiros, da equipe da Padaria Real/Caloi/Céu Azul Alimentos, é o campeão da Volta Ciclística Internacional do Estado de São Paulo, que terminou neste domingo, em São Paulo, depois de oito dias de disputa. Ele venceu essas etapas, num total de 890,8 quilômetros cronometrados, os quais percorreu pedalando durante 22 horas, 34 minutos e 19 segundos. Participaram dessa competição vinte equipes, sendo quatorze brasileiras e seis estrangeiras.

José Eriberto emocionou-se no pódio, no momento de receber o prêmio, quando foi pego de surpresa pela presença de sua mãe, Sebastiana Araújo Rodrigues, 47, que lhe entregou o prêmio, sendo acompanhada pelo governador, Geraldo Alckmin. Ela, que não via o filho há quatro meses, veio de Natal, no Rio Grande do Norte, a convite da equipe de Sorocaba. Na curta etapa deste domingo, de 55,5 km de Jundiaí a São Paulo, Eriberto conta que seu principal adversário, Flávio Santos, da equipe de Pindamonhangaba tentou, em cinco ataques, arrancar em fuga para vencê-lo.


Jose Eriberto recebe o trofeu das maos de sua mae com os cumprimentos 
do Governador do Estado, Geraldo Alckmin - Foto: Ivan Storti


Na reação, Eriberto também atacou e obteve o apoio da equipe na marcação do adversário, neutralizando as fugas. “Cumprimos nosso objetivo que era de levar Eriberto ao título. Deixamos tudo de lado, inclusive a classificação por equipe, e nos unimos em torno dessa estratégia para possibilitar a vitória de Eriberto que passou a ser, para nós, o resultado mais importante a ser alcançado nesta competição”, comentou o atleta e técnico da equipe, Edgardo Simon.
Simon disse ainda que “Foi relevante vencer Flávio Santos, que está em grande forma e bem protegido por seus colegas de equipe. Vencê-los foi uma conquista que merece ser muito comemorada. Eriberto veio liderando a competição desde a segunda etapa, entre Bauru e São Carlos, quando se tornou campeão por uma vantagem de dois minutos sobre os seus adversários. Ao final da competição esse tempo diminuiu para apenas 41 segundos de sobre Flávio, numa disputa apertadíssima”.
A Volta deste ano passou por dez cidades: Marília, Bauru, São Carlos, Rio Claro, Sorocaba, Atibaia, Pindamonhangaba, Campos do Jordão, Jundiaí e São Paulo.
Nesta última etapa, entre Judiaí e São Paulo, os três ocupantes do pódio foram: Roberto Pinheiro, de Pindamonhangaba; Daniel Rogelin, de São José dos Campos, e Edgardo Simon, de Sorocaba. José Eriberto, nesta prova, chegou em 13º lugar.

FONTE: http://fpciclismo.org.br/?p=12790

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sábado, 22 de outubro de 2011


Amanhã Faremos Trilha Para Serra Mossoró.

Amanhã faremos um passeio só para reunir os amigos ciclistas com destino ao topo da Serra Mossoró indo pela trilha do Cigano com a parada no velho da bodega, será um passeio curto porém é só pra não ficarmos parados.


INFORMAÇÕES:
Destino: Serra Mossoró
Local de Saída: Praça do Rotary
Horário de saída: 06:30 da manhã
Quando: 22 de Outubro (Sábado)
Roteiro: Cigano, corredor ou pelas pedras, topo da Serra.
Valor: Gratuito (iniciativa da Loja Militar Bike e Ciclismo Mossoró)
Retorno: 10:30 horas
Contato para o passeio: Alex Polary 8801-5589 (oi) 9932-2490 (tim) ou alexpolary@gmail.com @alexpolary (twitter)


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quinta-feira, 20 de outubro de 2011


MOBILIDADE DOS EXCLUIDOS - Revista Bicicleta


MOBILIDADE DOS EXCLUIDOS É COMUM PEDESTRES E CICLISTAS SEREM CRITICADOS, E COM RAZÃO, POR NÃO RESPEITAREM AS SINALIZAÇÕES DE TRÂNSITO, EM ESPECIAL OS SEMÁFOROS. ISSO É FATO. NO ENTANTO, É NECESSÁRIO ENTENDER O QUE HÁ POR TRÁS DE UM COMPORTAMENTO EM MASSA CONTRA AS REGRAS.


As cidades do Brasil privilegiam a fluidez dos veículos automotores, sendo que as rotas dos pedestres e dos ciclistas não são delineadas, muito menos sinalizadas.
Os pedestres e os ciclistas, excluídos da mobilidade urbana, sem infraestrutura como calçadas, ciclovias, ciclofaixas, sinalização e respeito enquanto cidadãos, caem na marginalidade e a palavra “marginal” tem a mesma semântica de “ilegal”.
Tudo isso é consequência da exclusão dos modais “a pé” e “de bicicleta” no planejamento urbano de nossas cidades. Pedestres e ciclistas são excluídos, são “o resto”, portanto marginalizados e daí caem na ilegalidade. Cidadão sem direitos é consequentemente um cidadão sem deveres.
Portanto, embora errada a atitude da população em não respeitar a sinalização de trânsito, é importante entendermos que essa desobediência civil é uma evidência de que está passada a hora de se mudar o conceito do uso do espaço público de nossas cidades.
Falta educação, mas falta adequação também.
São Paulo, por exemplo, é uma cidade onde 80% do espaço público é ocupado para a circulação ou estacionamento em vias públicas de carros. Mas os automóveis atendem apenas 28% dos deslocamentos urbanos. Veja a discrepância!
Os veículos particulares paralisam a cidade, são responsáveis por 70% da poluição do ar, atropelam e matam 4 pessoas por dia e geram um custo social enorme. Mesmo assim a política pública não estimula o transporte público, e concentra seus investimentos em novas avenidas e viadutos que, muitas vezes, não permitem sequer a passagem de pedestres, de ciclistas ou mesmo de ônibus.




Exemplo disso é a Ponte Estaiada Otávio Frias, aquela que enfeita o fundo do noticiário da Rede Globo. Essa ponte sacou 300 milhões dos cofres públicos e não permite a passagem de pedestres, de ciclistas e de ônibus.
A Avenida Paulista é outra aberração. Enquanto um milhão e meio de pedestres circulam por suas calçadas, apenas 60 mil cidadãos nela trafegam em 50 mil veículos por dia. Um pedestre leva no mínimo 5 minutos para mudar de calçada e atravessar uma esquina devido ao tempo dos semáforos e a falta de faixas de pedestres na diagonal.
E para piorar, a velocidade máxima permitida aos carros na Paulista é de 70 km/h! As chances de sobreviver a um atropelamento a 70 km/h são próximas de zero, assim os pedestres ao atravessarem a avenida, cruzam um corredor de balas guiadas por seres humanos suscetíveis a falhas e terão morte certa no caso de um erro.
Somente em SP, cerca de 12 pessoas morrem vítimas da poluição, em dias de inversão térmica esse número sobe a 20. Em média, 17% dos leitos hospitalares estão ocupados por doentes decorrentes da contaminação do ar. Esse custo é pago pelo estado e pela população, e não pelos seguros dos automóveis.
No mundo, 250 mil crianças morrem atropeladas por carros ao ano. Acidente de carro é a principal causa de mortes de crianças e adolescentes.
Voltando ao tema inicial, é comum os noticiários atribuírem a culpa da morte de um atropelado à própria vítima que teria atravessado a rua em “lugar impróprio”. 62 % dos mortos em trânsito na capital são pedestres e ciclistas. Nós somos as vítimas!
A esmagadora maioria das pontes, dos viadutos, das direitas livres não tem faixa de pedestre, e os cidadãos a pé são obrigados a atirarem-se em meio aos carros para se locomover. Sem falar que é comum as faixas de pedestres estarem longe de onde existe a real demanda de pedestres. Não atendem a lei do mínimo esforço que deveria prevalecer aos pedestres e aos ciclistas.



Nunca em minha vida vi aqui na cidade um fiscal da CET sequer advertir algum motorista que, ao virar à direita, tenha desrespeitado o cidadão na faixa de pedestre. Muito pelo contrário, a atitude dessa autoridade de trânsito em geral é de acelerar essa conversão para melhorar a fluidez dos veículos.
Esse modelo está tão enraizado como “normal” na população, que todos os pedestres atravessam as ruas com medo, correndo, acuados e “saindo logo da frente”, atitudes de excluídos.
Essa anormalidade vai além. Uma breve pesquisa sobre as decisões do Tribunal de Justiça de São Paulo, em relação a atropelamentos, prova que o pedestre nunca tem razão se estiver fora da faixa. Mesmo na própria faixa, existem casos que o pedestre foi considerado culpado “por não ter prestado atenção”.
Veja bem: eu estou focando os pedestres, pois caminhar é a forma mais natural de se locomover, imagine então pedalar! Se o pedestre é excluído, o ciclista é ainda mais.
Até pouco tempo, as ocorrências com ciclistas eram consideradas como com “outros”. No prontuário da CET havia como qualificar atropelamento de pedestres, de motociclistas, de animais, de carroças e de “outros”. Ciclistas sequer figuravam como possíveis vítimas.
Uma das formas para mudar esse processo seria “condenar” essas autoridades todas - os políticos, sobretudo os do executivo, os juízes, os fiscais da CET, os motoristas com pontos na carteira, os secretários de transporte, enfim toda essa turma que acha “normal” essa situação - a simplesmente caminhar ou pedalar pelas ruas de nossas cidades.
A única forma de mudar esse cenário é vivenciar o problema. Assim, antes de condenar a atitude “ilegal” dos pedestres e dos ciclistas, é necessário experimentar “in loco” a mobilidade urbana dos excluídos.
Esses “excluídos” são a esmagadora maioria da população, uma vez que 38% dos deslocamentos urbanos de São Paulo são feitos exclusivamente a pé. Isso significa que esse cidadão não combina seu deslocamento com nenhum outro modal, vai exclusivamente a pé.

O principal equipamento urbano que um pedestre necessita são calçadas e estas são da alçada do dono do terreno, ou seja, enquanto investe-se um zilhão de dinheiro na estrutura para os que vão de carro e muito pouco para o transporte público, o estado cruza os braços para as calçadas e nem se dá ao luxo de fiscalizá-las.
Para finalizar, não há esperanças de respeito aos ciclistas por uma sociedade que não respeita os seus pedestres!

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Release do Demo Day da Bike Expo Brasil 2011

Chuva espanta o público do Demo Day da Bike Expo Brasil; bike com aro 29 e corrente de carbono foram novidades.

A chuva forte deste último sábado (15) espantou os visitantes do primeiro dia da Bike Expo Brasil (www.bikeexpobrasil.com.br), feira de negócios do setor de bike. Tradicionalmente, o evento é aberto com o Demo Day, um dia dedicado ao teste dos novos modelos de magrelas e componentes que estarão em breve nas lojas brasileiras. 

O dia de test-drive gratuito é aberto ao profissionais do setor (lojistas, fabricantes, atletas e imprensa) e sempre ocorre na Fazenda SerrAzul, ao lado do Parque Wet'n Wild, próximo à capital paulista. Quem encarou a chuva pode experimentar os novos modelos de bikes, pedalando em uma trecho de asfalto ou em uma trilha (com lama) da região. 

Novidades. O maior estande era da marca Specialized. As bikes de aro 29, como a Carve, foram as mais disputadas para teste. Marcio May, ex-ciclista profissional que já passou por três olimpíadas, disse que nunca tinha andado em uma bike dessas, mas gostou da experiência. “Achei boa e rápida, tanto na parte mais plana, onde ela rendeu bem, como na parte técnica da trilha. Minha expectativa é que fosse mais pesadona para fazer manobras e curvas, mas não foi. Gostei mesmo”, disse ao Webventure

Outra marca presente foi a Sram, de componentes. Ela apresentou o grupo X5, novidade mais “simples”, mas que promete alto desempenho – grupo é o conjunto que inclui pedivelas, pinhão, cubos de roda, câmbio, freios e trocadores. A Roda Rise 40, primeiro modelo da marca para moutain bike, ainda não estava disponível, mas deve chegar ao Brasil até dezembro.

Outra novidade foi a corrente de carbono da marca Gates, que promete mais confiabilidade e leveza em relação aos modelos tradicionais. A correia da Gates é feita de carbono e revestida com nylon, e possui o mesmo formato daquelas utilizadas em motores de automóveis. Como não pode se descarrilada lateralmente, ela não funciona nos câmbios tradicionais, trabalhando apenas com modelos embutidos no cubo da roda. Por outro lado, tem uma vida útil maior, não precisa de lubrificação e tem um desempenho melhor na transmissão de força.


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sexta-feira, 14 de outubro de 2011


COMUNICADO: O Blog Não Será atualizado nos Próximos Dias, Estaremos na Bike Expo Brasil 2011


Nota do Blog: Bom dia amigos ciclistas, quero comunicar que o blog não será atualizado de hoje sexta-feira até quarta-feira onde estaremos fazendo a cobertura da maior feira de bicicletas da américa latina que o ocorrerá em São Paulo, como também estou indo pela loja conceito de bicicletas de Mossoró que é a Militar Bike vou em busca de aprimorar meus conhecimentos e trazer novas novidades para os amantes das "magrelas", vocês podem nos acompanhar pelo twitter é só seguir @ALEXPOLARY ou mandar e-mails alexpolary@gmail.com perguntando sobre as novidades. um grande abraço a todos.


A loja MILITAR BIKE acompanhando a tendência de mercado e tendo uma visão empresarial se fará presente no maior evento especializado na área de bicicletas de toda a América Latina. É uma feira multisetorial e a mais completa mostra de produtos para o setor ciclístico, a Bike Expo Brasilapresenta milhares de itens em equipamentos, produtos e serviços, funcionando como palco de novos lançamentos e ponto de encontro entre fornecedores e seus clientes.

São 120 expositores com aproximadamente 400 marcas e 10.000 visitas profissionais.

O que você encontra na Bike Expo Brasil
  • Bicicletas
  • Equipamentos
  • Vestuários
  • Peças
  • Acessórios
  • Nutrição
  • Revistas especializadas

Visitação especializada e com poder de decisão

Graças aos contatos que estabelecem a Bike Expo Brasil se tornou um compromisso inadiável na agenda de empresários, administradores de bike shops, atletas e demais profissionais do setor.




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quinta-feira, 13 de outubro de 2011


II Trem Bike - Pureza

II Trem Bike - Pureza
Natal/RN, 15 de outubro de 2011.

Caros amigos,

[...] Estamos completando um ano de fundação da Associação dos Ciclistas do RN - ACIRN, e para comemorar convidamos você para participar conosco de um extraordinário pedal para o município de Pureza, que realizaremos em parceria com a prefeitura do município de Pureza e a Companhia Brasileira de Trens Urbanos a CBTU.

Serviço

II Trem Bike – Pureza
Data: 15.10.2011 (sábado)

Concentração: Estação Ferroviária da Ribeira

Horário: 6h00 às 6h20

Lugares: 60 ciclistas

Valor: Dez reais por pessoa + um livro de doação para a biblioteca de Pureza

Participação: ordem por chegada, até completar as vagas existentes

O que vai acontecer: No trem, durante o trajeto, teremos um sanfoneiro para animar os passageiros/ciclistas e no desembarque na cidade de Ceará Mirim, seremos recepcionados por vários representantes do município de Pureza.

Percurso: Será um pedal com pouquíssima ladeira, com 25km de ida e 25km de volta, e estaremos sendo seguidos por carro batedor, ambulância, carro de som e carro de apoio para fornece água e frutas.

Em Pureza: Seremos recepcionados pela população local e realizaremos sorteios de algumas bicicletas em conjunto com a municipalidade. Além disso, realizaremos também uma palestra para os alunos da rede escolar com o título “Bicicleta: Mobilidade da Paz” proferida por Haroldo Mota.

Árvores: Estaremos também levando mudas da espécie de pau-brasil para plantarmos em conjunto com os alunos do município, para exemplificar a importância que a árvore representa para a segurança do planeta.
Banho: É impossível ir a Pureza é não cair nas águas límpidas da nascente do rio Maxaranguape com sua piscina natural.

Volta para Natal: Deveremos chegar a Estação Ferroviária da Ribeira em Natal por volta das 17h30min
Realização: Associação dos Ciclistas do RN – ACIRN

História do município de Pureza

Durante a seca de 1877/79, numerosos sertanejos fixaram-se no vale do Maxaranguape, fundando novos centros rurais. Em novembro de 1916, o Padre Cícero Romão Batista enviou uma imagem de Nossa Senhora da Pureza e uma carta ao representante do povoado na época, solicitando que denominasse o nome de “Pureza” ao povoado, ato que foi plenamente aceito pelo povo. O município foi oficialmente criado no ano de 1963, pelo desmembramento do município de Taipu.

Água cristalina
A nascente do Rio Maxaranguape é uma atração turística do município, existindo no local um balneário com água cristalina conhecido como “Olheiro”, com capacidade de mil litros de água por minuto, conhecido pelo fenômeno de ressurgência (reaparecimento de um lençol de água subterrâneo ao nível da superfície, formando geralmente uma grande fonte ou manancial) que da formação ao principal manancial do estado.

O município está localizado
Na Micro-Região do Mato Grande, a 64 km, da cidade do Natal/RN, e segundo os dados do IBGE a população é de 8.424 habitantes, com uma área de 504km² e o seu bioma e formado por vegetação de Caatiga e Mata Atlântica.

  

Atenciosamente,
Haroldo Mota



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terça-feira, 11 de outubro de 2011


Terceira Caminhada e Corrida da Solidariedade da Academia Atividade



Informações:
Data: 30 de Outubro 2011
Local de largada/chegada: West Shopping Mossoró
Cidade: Mossoró/RN
Hora: 06:00 horas
Limite de atletas participantes: 500 atletas
Promotor: Academia Atividade
Contato:  (84) 3317-3894
Inscrições até: 21 de Outubro 2011


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segunda-feira, 10 de outubro de 2011


Militar Bike Na Bike Expo Brasil 2011 - Maior Feira de Bicicletas da América Latina.

A loja MILITAR BIKE acompanhando a tendência de mercado e tendo uma visão empresarial se fará presente no maior evento especializado na área de bicicletas de toda a América Latina. É uma feira multisetorial e a mais completa mostra de produtos para o setor ciclístico, a Bike Expo Brasil apresenta milhares de itens em equipamentos, produtos e serviços, funcionando como palco de novos lançamentos e ponto de encontro entre fornecedores e seus clientes.

São 120 expositores com aproximadamente 400 marcas e 10.000 visitas profissionais.

O que você encontra na Bike Expo Brasil
  • Bicicletas
  • Equipamentos
  • Vestuários
  • Peças
  • Acessórios
  • Nutrição
  • Revistas especializadas

Visitação especializada e com poder de decisão

Graças aos contatos que estabelecem a Bike Expo Brasil se tornou um compromisso inadiável na agenda de empresários, administradores de bike shops, atletas e demais profissionais do setor.




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sábado, 8 de outubro de 2011


Passeio Para Assú-RN - Volta Dos Rosários, Amanhã.


Devido ao grande número de ciclistas que me ligaram e mandaram e-mails, amanhã faremos novamente a Trilha dos Rosários no município Assú-RN, isso surgiu de uma parceria entre a Loja Militar Bike e o Blog Ciclismo Assú, veja todas as fotos do passeio anterior, clique aqui.
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CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR!




INFORMAÇÕES:
Destino: Assú-RN
Local de Saída de Mossoró: Posto Mania (Av. Presidente Dutra)
Horário de saída de Mossoró: 05:30 horas (Mossoró)
Horário de Saída do Passeio: 06:30 em Assú-RN
Local de Saída do Passeio: Posto constantino em Assú-RN
Quando: 09 de Outubro (Domingo)
Roteiro: Volta do Rosário
Distância: 37km 
Valor: Gratuito (iniciativa do Blog Ciclismo Assú e Militar Bike)
Retorno para Mossoró: 12 horas.
Contato para viagem: Alex Polary 8801-5589 (oi) 9932-2490(tim) ou alexpolary@gmail.com @alexpolary (twitter)





Dica para esse passeio da MLITAR BIKE, ATIVIDADE FITNESS E SPORT MÁGIA:


OBSERVAÇÕES: (Condições para participar das atividades do grupo):
CONDUTA: comportamento defensivo, zelando por si e pelos colegas bikers;
BIKE REVISADA: é importante que teu equipamento esteja em boas condições de manutenção;
SEGURANÇA:
- Farol Dianteiro e Lanterna traseira
- Pneus Grosso para trilha
- Kit remendo- Camara de Ar
- Capacete- Luvas
- Manguito
- Óculos
- Lubrificantes de Componentes
- Levar Suplementos alimentares tipo: Frutas, carboidrato em gel, gatorade, água de coco entre outros..


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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A Militar Bike Informa que Amanhã Terá - Trilha da Galinha "por trás do Shopping" .


O Blog Ciclismo Mossoró e a loja Militar Bike fará todos os sábados Passeios e Trilhas, neste sábado para os amantes das trilhas faremos a Trilha da Galinha, essa trilha é uma trilha curta de 25km com mata fechada e com vários tipos de solo,no decorrer do passeio vai ter sorteios de brindes e serviços, veja algumas fotos abaixo da última trilha que fizemos.














INFORMAÇÕES:
Destino: Trilha da Galinha
Local de Saída: Praça do Rotary
Horário de saída: 05:30 da manhã
Quando: 08 de Outubro (Sábado)
Roteiro: Pro trás do Shopping
Valor: Gratuito (iniciativa da Loja Militar Bike e Ciclismo Mossoró)
Retorno: 7:15 horas
Contato para o passeio: Alex Polary 8801-5589 (oi) 9932-2490(tim) ou alexpolary@gmail.com @alexpolary (twitter)

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